A Moeda de 3 lados

 
 
 
 

 Talvez ao ler o título deste artigo, você possa pensar...”É, o editor do GNT pirou de vez! Imagine uma moeda de três lados.” Você certamente pode pensar isso – e não ler a matéria, e pode pensar e ao mesmo tempo ler a matéria, dizendo a si mesmo: “Vou ver até onde ele vai chegar...”
  Bem, fui inspirado a escrever isto após ler no G1 da Globo, as páginas Geologia e Ciência da Fé. Li tanta barbaridade dita por estudiosos, cientistas e o diabo a quatro, que me vi compelido a mostrar o terceiro lado da moeda, já que eles, nas matérias do G1, mostram duas faces da moeda: o crer neles e o não crer.
  Para entrar na questão, relaciono de maneira rápida os tópicos que li. Um dos primeiros, diz que Moisés não existiu e que foi “inventado”. Este é um lado da moeda – o lado dos ditos estudiosos. Do outro lado, podemos afirmar com fatos reais, que Moisés existiu e foi tão grande que é a figura principal da História de Israel e é aceito até pelos muçulmanos. Acho que só isso poderia por fim ao assunto. Mas tem mais...

  Um professor israelense (justo quem!), afirma que Moisés e o povo hebreu que foi conduzido por ele pelo deserto até Canaã, ou a Terra Prometida, entravam em transe por consumirem uma certa planta alucinógena. O lado da moeda dele...deve ser respeitado, pois até os idiotas têm direito a falar o que querem. Do outro lado da moeda, se tal professor fosse muçulmano e falasse isso de Maomé, já teria sido enforcado.
  Daí vem cientistas baseados num antigo escrito, supondo (você já notou que todo cientista supõe e nunca afirma?). Pois aqui eles supõem que um asteróide maluco chocou-se contra os alpes austríacos e o impacto foi tão devastador que causou destruição em milhas de distância e lançou fogo e fumaça sobre Sodoma e Gomorra, as duas cidades pecadoras citadas nas Sagradas Escrituras. Este é o lado deles. O outro, é claro, é a afirmação sem provas de que tais cidades não existiram.
  Em outra matéria, historiadores querem por que querem mostrar que a Bíblia se contradiz no relato da criação do Universo. Este é um lado. No outro lado estão cientistas que juram por suas pobres mães que o Universo surgiu da explosão de uma estrela...

  E, por fim, outros historiadores afirmam que “pode” ter havido uma grande enchente há 8.300 anos, provocada pela cheia do Mar Negro, e isso, para eles, explicaria o “mito” do dilúvio. Esta é uma face da moeda e a segunda, saltando milhares de anos, é que temos até hoje filhos do mal que desmentem o Holocausto, como se milhares de judeus houvessem inventado tal atrocidade.
  Agora então vamos ver o terceiro lado da moeda: já há algum tempo e mais ainda nos dias atuais, o mundo todo é uma chaga de maldade, com violência,  guerras e tragédias horríveis, tanto causadas pela natureza, como os furacões, vulcões e terremotos, como pelas mãos do homem, como o ataque terrorista de 11 de setembro e outros. 
  E já houve e tem muito mais maldade espalhada pelo Planeta e você, diante de tanta calamidade, pode se perguntar porque Deus não age, não manda Seu Filho voltar e colocar um fim neste mundo insano? Afinal, a promessa da volta do Senhor Jesus, feita por Ele mesmo, já se delonga, pela nossa cronologia humana, por mais de 2 mil anos. Então, diante disso e de homens que procuram de todas as formas desmentir fatos das Sagradas Escrituras, você pode ser levado a uma total descrença.

  Ou, caso não fique descrente, você poderá pensar com seus botões que o Senhor Deus não é mais como a Bíblia relata, já que aparentemente (aos nossos olhos), não interfere mais na História poderosamente como o fazia antes.
  Bem, usando então nossa terceira face da moeda – é a única que há, pois tivemos que criá-la, já que, como lemos acima, os homens já fizeram uso das outras duas...Pois bem, no nosso lado da moeda, primeiro queria saber por que os homens fazem tanta questão de comprovar a existência do Deus Todo Poderoso. E vão remexer em fatos narrados pela Bíblia, que aceitamos como Palavra do Senhor, e que nem podem ser comprovados à luz da limitada razão humana e tampouco podem ser contestados. Os cientistas afirmam que não existem provas da criação do Universo pelo Senhor, do dilúvio, da existência de Abraão e nem de Moisés e, entre tantas afirmações, também não acreditam no Senhor Jesus como Filho de Deus. Os poucos que acreditam, têm Jesus como um líder carismático e filósofo...
  Eles querem provas, mas não têm condições nenhuma de dar provas de suas afirmações. Como diria um personagem da Escolinha do Professor Raimundo (lembram?), o Pedro Pedreira, não existem fotos e nem transmissões radiofônicas da criação do Universo e nem o Globo Repórter esteve lá. Não mesmo, mas também não existem fotos, filmagens e nem outros dados mostrando um macaco aos poucos se evoluindo até virar homem e nem da explosão da estrela que deu origem ao Universo.

  Então, como diz o pároco Celso Maximino José na página Imortalidade (aqui no GNT), é tudo uma questão de fé. Pois bem, então em nosso terceiro lado da moeda podemos pelo menos afirmar...com toda convicção, que tudo isso, a violência e as demais desgraças do mundo, a falta de fé e de amor, já estão previstas nas Sagradas Escrituras há milhares de anos. 
   No livro do profeta Malaquias, último livro do chamado Velho Testamento, no último capítulo, a partir do versículo 13, podemos ler que o povo de Judá e de Israel, pelos acontecimentos da época, achavam que era inútil servir ao Senhor. Que os maus se saiam melhor e assim por diante. Tem muita gente que pensa assim também hoje...
  Então (descreve o profeta) aqueles que temiam ao Senhor falaram uns aos outros; e o Senhor atentou e ouviu, e um memorial foi escrito diante Dele, para os que temiam ao Senhor, e para os que se lembravam do seu Nome.
 “E eles serão meus, diz o Senhor dos Exércitos, minha possessão particular naquele dia que prepararei; poupá-los-ei, como um homem poupa a seu filho, que o serve. Então vereis outra vez a diferença entre o justo e o ímpio; entre o que serve a Deus, e o que O não serve”.
  Já no Novo Testamento, em Timóteo 2, versículo 3 em diante, o apóstolo Paulo profetiza que “...nos últimos dias sobrevirão tempos penosos;  pois os homens serão amantes de si mesmos, gananciosos, presunçosos, soberbos, blasfemos, desobedientes a seus pais, ingratos, ímpios,  sem afeição natural, implacáveis, caluniadores, incontinentes, cruéis, inimigos do bem, traidores, atrevidos, orgulhosos, mais amigos dos deleites do que amigos de Deus”.

  Bom, até aqui já deu para você perceber duas verdades: primeiro, que ao fim do Velho Testamento, quando o Senhor já havia garantido a vinda do Seu Filho, Ele não estava mais derrotando exércitos, como fizera antes, mas estava (e está) atento aos que ainda O serviam e os que não o faziam.
  Na carta do apóstolo Paulo a Timóteo, dá para você ver alguma semelhança com nossos dias? Quantos dedos da mão você irá usar para contar os homens nos quais possa confiar tranquilamente?
  E, para concluir, já que o nosso terceiro lado da moeda está em clara vantagem, vamos lembrar o que o Senhor Jesus disse aos seus discípulos, ao falar sobre o final dos tempos e Sua volta: “...Porquanto se levantará nação contra nação, e reino contra reino; e haverá fomes e terremotos em vários lugares. Mas todas essas coisas são o princípio das dores. Então sereis entregues à tortura, e vos matarão; e sereis odiados de todas as nações por causa do meu Nome. Nesse tempo muitos hão de se escandalizar, e trair-se uns aos outros, e mutuamente se odiarão. Igualmente hão de surgir muitos falsos profetas, e enganarão a muitos; e, por se multiplicar a iniquidade, o amor de muitos esfriará. Mas quem perseverar até o fim, esse será salvo. E este Evangelho do Reino será pregado no mundo inteiro, em testemunho a todas as nações, e então virá o fim...
.... porque haverá então uma tribulação tão grande, como nunca houve desde o princípio do mundo até agora, nem jamais haverá. E se aqueles dias não fossem abreviados, ninguém se salvaria; mas por causa dos escolhidos serão abreviados aqueles dias”. – S. Matheus 24 – Versículos 7 em diante.

  Então é isso. A fé em Deus anda fraca; os homens ímpios e maldosos estão por toda a parte; perseguições religiosas já aconteceram e estão acontecendo; o amor ao próximo está em baixa; e, por último, vocês já notaram que aparentemente o tempo tem andado mais rápido? Os próprios cientistas já denominaram o fenômeno de 5a essência, comprovando que a Terra está girando mais rápida em seu eixo. Mas os homens da ciência jamais vão imaginar que seja o próprio Criador do Universo que esteja fazendo isso...Pois, por causa dos escolhidos serão abreviados aqueles dias!
  E aí? Qual dos três lados da moeda está com a razão? Eu fico com o terceiro, já que os outros dois são os lados dos homens. E se o pobre e mortal homem não sabe o que vai lhe suceder num minuto à frente, como pode ele querer se meter nos negócios de Deus, com suas vãs e improváveis teorias?
 
 

Por falar em moedas, a do lado é um shekel, antiga moeda de Israel. Ela foi descoberta em Israel em 2008, junto com uma moeda romana. A moeda é de meio shekel e era utilizada para pagar a "taxa do Templo" e a outra é ligada a uma figura central relacionada com a história do Hanukkah. Elas foram descobertas no meio do lixo que tem sido removido do Monte do Templo e despejado num local próximo ao Monte das Oliveiras. O meio shekel em prata, foi aparentemente moldada no próprio Monte do Templo pelas autoridades do Templo durante o primeiro ano da "Grande Revolta contra os Romanos" no ano 66-67 d.C. A Bíblia ordena que cada judeu contribua com um meio shekel para a manutenção do Templo em Jerusalém. A segunda moeda tem a imagem do governador grego Antíoco Epifâneo IV (175 - 163 a.C.) que suprimiu a prática do Judaísmo até que a revolta dos Macabeus restaurou a soberania judaica e purificou o Templo. O primeiro Templo foi destruido por Nabucodonosor, reerguido depois por Neemias, Esdras e outros abnegados homens e destruido novamente em 70 (d.C), pelo general romano Tito.
 
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 Sem necessidade, porém colocamos aqui três objetos da centena que fizeram parte da mostra Tesouros da Terra Santa, que ocorreu no MASP (Museu de Arte Moderna de São Paulo - Brasil), em 2008. O primeiro é um osso de pé perfurado por prego, que prova que tais execuções eram comuns no período romano; o segundo é uma placa (pedra de 26 d.C), que prova pela inscrição nela a existência do governador Pôncio Pilatos; e a terceira, são vasos iguais aos usados pelo Senhor Jesus na transformação da água em vinho.
 

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