Nem
tudo que reluz é ouro,
mas
também, nem tudo são trevas...
Já há
vários meses estou preparando material para escrever sobre “missionários”,
homens e mulheres que deixam tudo para trás, família, casa,
bens, etc, e vão para um outro Estado ou até outro País,
para divulgar o Evangelho de Cristo, obedecendo ao que o Senhor mandou:
“Ide por todo mundo e pregai este Evangelho, ou seja, as boas novas da
Salvação, a todas as pessoas”. Eu os vejo como os últimos
apóstolos de Jesus.
E deixam tudo e vão
para um local completamente desconhecido, com risco de passarem necessidades,
de receberem afrontas e até de serem presos ou perderem a vida!
Bem, como disse,
estava pensando há tempos em escrever sobre esses “apóstolos”
modernos de Jesus, mas um e-mail que recebi (desses que são enviados
a granel para todos), me fez antecipar o trabalho que estava preparando.
No e-mail, onde o autor (ou autores), de tão indignados pela morte
dos fiéis da Igreja Renascer, acabam destilando sua indignação
para todas as igrejas e pastores que pregam a Palavra.
O e-mail, vamos chamar
assim, já que não sei quem o escreveu, tem razão.
Realmente existem muitas pessoas se dando bem financeiramente usando os
Santos Nomes de Deus e do Seu Filho, e enganando pessoas crédulas
e inocentes.
E, examinando as
Santas Escrituras, não ficamos sabendo de nenhum profeta do Altíssimo
que tivesse acumulado riquezas e nem tampouco os apóstolos de Jesus
as tinham. Eles eram sustentados por Deus em sua fé, que lhes provia
de sustento material através das comunidades cristãs que
iam surgindo. Somente o apóstolo Paulo, também chamado de
apóstolo dos gentios (gentios somos nós), é quem trabalhava
para sobreviver. Paulo era fazedor de tendas. Mas ele defendia assim mesmo
que aqueles que pregavam o Evangelho do Reino de Deus deveriam ser supridos
materialmente pelos irmãos na fé.
Aliás, o próprio
Senhor Jesus disse que “o trabalhador é dígno do seu salário”,
referindo-se aos apóstolos como trabalhadores da seara de Deus e
dígnos portanto de serem sustentados em suas necessidades físicas
e materiais, pelos demais cristãos. Mas vejam bem: sustentados em
suas necessidades e não enriquecidos financeiramente pelos irmãos.
E até aí,
realmente, o e-mail está certo. E até hoje, nos meus maus
e aflitos 58 anos de vida, somente amenizados pelo amor de Deus e de Jesus
Cristo, nunca ví um pastor das chamadas igrejas tradicionais, ou
um pároco da igreja católica, milionário.
Então posso
dizer ao indignado autor do e-mail que, várias igrejas, seitas e
ou denominações, realizam, além do trabalho de evangelização,
muitas obras das quais pouco sabemos. Entre os índios, por exemplo,
existem muitos missionários. E o que eles recebem dos “fiéis
indígenas”? Nada ou, talvez, um quilo de mandioca.
No Gente da Nossa
Terra está a história formidável do padre Damião
de Molokai, que a troco de nenhum bem material e tão somente procurando
seguir os passos do Mestre Jesus, morreu de lepra convivendo e morando
entre os leprosos da ilha de Molokai, no Havai, como também na matéria
100 anos de Japão, mostro a espetacular história de Hitoshi
Saito pastor itinerante da Igreja Evangélica Holiness do Brasil.
Ele é imigrante, reside em Itaquera, São Paulo e faz um grande
trabalho cristão com as crianças da periferia. O trabalho
chama-se Projeto ABA. Ele usou dinheiro do próprio bolso para levar
adiante esse seu sonho. Madre Tereza de Calcutá também
é outro exemplo de que não são todos que usam o Santo
Nome para enriquecimento próprio. David Livingstone, médico
inglês, que deixou seu luxuoso consultório em Londres para
cuidar dos povos africanos e semear entre eles a Palavra, até sua
morte, em 1873. Martin Luther King foi outro, assim como vários
homens e mulheres no Brasil e em outros Países são cristãos
de verdade e seguem sinceramente as pegadas do Mestre.
No Brasil, por exemplo,
a Igreja Presbiteriana criou a Missão Caiuá entre os índios
do Mato Grosso do Sul, em 1928. Seus missionários trabalham nas
aldeias e reservas dos índios Kaiowá-Guaranis, e oferecem,
além da evangelização, hospital, escolas, cursos profissionalizantes
e outros serviços. Tudo gratuitamente e, como escrevi acima, talvez
algum missionário ganhe algum quilinho de mandioca.
Hoje, após
mais de 80 anos mantendo essas missões e serviços, a Igreja
Presbiteriana, através da APMT (Agência Presbiteriana de Missões
Transculturais), também desenvolve missões na Índia
(com perseguição religiosa aos missionários), na África
e Oriente Médio, o que nem é preciso citar, com risco de
vida para os missionários e sua famílias.
A APMT também
tem missionários na Bolívia, Espanha, Guiné Bissau,
Itália, Paraguai, Portugal, Timor Leste, Romênia e Uruguai.
E mais: no norte da África os missionários desenvolvem o
Projeto Agronomia; na Guiné Bissau, Projeto de Nutrição;
Projeto Amadeus na Romênia; Projeto Meninos de Rua no Senegal; Apoio
aos Imigrantes na Espanha; e Apoio aos Refugiados na África do Sul.
A meu ver, isso é
trabalho cristão. E como esses missionários sobrevivem em
tais lugares, onde muitos não iriam nem como turistas, e como a
APMT toca os citados projetos acima? É claro que é com a
contribuição dos membros da outras igrejas presbiterianas
espalhadas pelo Brasil. E isso é necessário. Isso é
dígno, pois além de ser ordem de Deus e de Seu Filho, o trabalhador
é dígno do seu salário. E nós, sejamos presbiterianos
ou não, devemos ajudar essas missões. Seja com R$10,00, seja
com mais, não custa dar uma força para esses maravilhosos
missionários. Podemos nos entristecer com a fome na África,
por exemplo, mas, sozinhos, nada podemos fazer. Mas já tem os missionários
lá, fazendo o que achamos que deve ser feito, pelo menos por aqueles
que se mostram cristãos. Então podemos (e devemos) ajudá-los.
Você terá a certeza de que está fazendo um bem, não
para o missionário, que não vai enriquecer e não trabalha
para isso, mas para as pessoas ajudadas por eles. E eu tenho a plena certeza
de que Deus irá abençoá-lo por isso.
Então, amigos,
não vamos ficar reclamando contra os ditos religiosos, pois um tomate
podre pode até estragar outros numa cesta, mas jamais irá
estragar toda uma plantação de tomates. E a plantação
deles é enorme! Então, se você quiser (e puder), procure
uma denominação religiosa séria e ajude também.
Faça a sua parte, que Deus irá fazer a dele, com certeza!
No Brasil, você
pode procurar na Internet pela APMT e também, entre as missões
indígenas, você poderá procurar pela Igreja Deus é
Amor e Palavra de Cristo para o Brasil.
Mas sempre procure se informar
antes, tipo quais são os serviços missionários, onde
estão sendo realizados, quem são os missionários e
outras informações, para você ter certeza de que realmente
está usando o dinheiro que Deus o ajuda a ganhar a serviço
desse próprio Deus, maravilhoso e infinito em bondade e misericórdia,
único e verdadeiro.
O trabalho missionário
sincero - e aqueles que ajudam, não é retribuido por homens
e suas riquezas finitas e sim pelo Todo Poderoso, o dono dos Céus
e da Terra.
E somente para concluir
este tópico, basta lembrar das palavras de Jesus: “você conhece
a árvore pelos seus frutos”. Se foram bons os frutos, vamos ajudar
a preservar tal árvore; se forem maus, o próprio Deus cuidará
de arrancá-la...
Antonio Brand
Evangelização diminui
índices de violência,
alcoolismo e suicídios entre
os índios
O antropólogo Antonio
Brand
Meses atrás,
quando da demarcação das Reservas indígenas cujo impasse,
feito por alguns fazendeiros e plantadores de arroz que querem as terras
dos índios – como antigamente, o Gente da Nossa Terra publicou a
matéria. E por isso mesmo, como uma coisa leva
à outra, é
que, além de falar dos problemas dos poucos índios que ainda
restam no território brasileiro, mostramos, nesta matéria,
por quê a necessidade dos serviços missionários aqui
no Brasil, entre a população indígena.
O antropólogo
e pesquisador Antonio Brand, que até 1998 fazia levantamento entre
os índios Kaiowá-Guaranís no Mato Grosso do Sul comprova
a influência religiosa entre os índios devido à própria
desestruturação da cultura deles. Além de ter dois
grandes trabalhos publicados a respeito da cultura indígena, parte
de suas pesquisas entre os Kaiowá foi publicada em matéria
de Katya Vietta, da Universidade Católica Dom Bosco, na revista
de Divulgação Cultural da Universidade Regional de Blumenau,
Santa Catarina.
De acordo com dados
levantados por pesquisadores, a população Kaiowá-Guarani
em Mato Grosso do Sul era, até 2000, de 26 mil almas dispersas em
22 áreas. Destas, oito são Reservas demarcadas entre 1915
e 1928, e as demais são aldeias tradicionais reocupadas a partir
de 1980. Nas Reservas, a população fica entre 1000 a 7000
índios, enquanto nas aldeias elas se limitam de 150 a 300 pessoas.
De acordo com o pesquisador
Brand, entre 1940 e 1970, ou seja, em 30 anos, cerca de 100 aldeias foram
invadidas pelos brancos (fazendeiros em sua maioria) que expulsaram os
índios delas, transformando a área ocupada em pastos. Muitas
famílias foram transferidas para as Reservas e outras passaram a
perambular por fazendas vizinhas. E isso, é claro, não sendo
necessário voltar centenas de anos para falar que os massacres promovidos
pelos bandeirantes, que deram início à diminuição
da população indígena em nosso País, se refletiu,
como no período colonial, na perda progressiva da cultura, influindo
em todo quadro social das milhares de etnias indígenas que existiam
no Brasil. E, com o passar dos anos, mais o índio foi sendo afastado
dos seus antigos papéis e práticas sociais, revertendo contra
eles, não só as doenças trazidas pelo branco invasor,
mas agregando hoje desunião dentro das próprias tribos, falta
de comando, distanciamento das antigas culturas, levando com isso o índio
a ficar perdido dentro de um contexto social surrealista, onde o Estado,
que deveria, de acordo com a Constituição, cuidar do índio,
não o faz e tampouco a FUNAI (Fundação Nacional do
Índio), criada pelo presidente Nilo Peçanha (1909-1910),
com o antigo nome de SNI (Serviço Nacional do Índio).
Diante de tal quadro
de medo, insegurança e desagregação, não é
preciso ser psicólogo para ver no que ia dar: índios sem
esperança, levados ao desespero e indo para o caminho da violência,
do alcoolismo e, por fim, do suicídio. E tal não só
acontece entre os Kaiowá-Guaranis, mas também em outras Reservas
e aldeias espalhadas por vários Estados brasileiros. Em São
Paulo, por exemplo, foram muitas as notícias sobre suicídio
de jovens índios Terenas.
De acordo com Brand
e Vietta, houve a dissolução das lideranças religiosas
e de comando, exercidas pelos caciques e dos ñanderu (nosso pai,
chefe de uma extensa família). No depoimento do índio Kaiowá-Guarani
Hipólito Martins, dá para sentir tudo isso.
“Tô triste aqui. Nóis
índio, antigamente, tinha tudo...Acabou tudo. Hoje, se qué
um quilo de sal tem que í pra fazenda...O movimento dos índio
tá meio separado. Não tem mais como guardá as coisa
dos cacique antigo...Se tivesse cacique aqui na minha volta para continuar
o que é do índio, mas não tem mais...Quem pode dá
o caminho é os cacique...”
E Hipólito continua:
“ – Se tivesse uma organização, por exemplo aqui na aldeia...Se
a gente tem um apoio pra atingi essas pesssoa, a comunidade, de cada aldeia...pra
produzi, pra acompanhá esse movimento...Se algum branco tá
acompanhando, não precisa isso, aquilo, será pode ele ajudá
a gente? Mai hoje nóis tamo assim, cadê apoio pro índio...cadê
apoio?
Avelino Ramires,
de uma das Reservas, também faz reclamação semelhante:
“Falta uma coisa pra nóis aqui, falta uma coisa pra nóis.
Não tem roça, não tem coisa aqui, porque falta uma
coisa pra nóis...Se eu não orientá um filho ele não
vai sabe fazê...Não vem ninguém conversá aqui”.
É que nem uma folha que vai com
o vento...
Antropólogo Rubem
de Almeida (3o a partir da direita), que também desenvolve trabalho
entre os índios
Os depoimentos sobre
alcoolismo – e consequentes tentativas de suicídio, são desesperadores.
A índia Maria Teresa Fernandes é um exemplo, assim como Odália
Mendes, que começou a beber depois que sua filhinha de apenas 9
anos de idade enforcou-se.
Diz Odália: “Bebia
porque não pensava em nada. Vivia abandonada...eu tô sozinha,
não tem solução pra mim...” Maria Teresa também
alega essa falta de horizonte. Ela e o marido eram alcoólatras.
“Eu bebia muito...tentei me suicidá por duas veis. Na última,
tomano soda caústica...Fica com fraqueza pro álcool...A gente
perde a clareza...Não tem quem orienta. Acha que a bebida é
vida...Eu não tenho mais a chance de achá solução
da vida...Tentei enforcá...Toda minha família tentô
se matá...A pessoa sozinha não sabe pra onde i. É
que nem uma folha que vai com o vento...”
Acendendo uma
luz
Com as missões
evangélicas nas Reservas e aldeias Kaiowá-Guaranis, foi como
que uma luz fosse acendida na escuridão das vidas dessas almas.
O índio Silvio Paulo, por exemplo, converteu-se, largou de beber
e virou pastor neopentencostal. “Veio pastor aqui na aldeia levantá
nóis...depois não caiu mais ninguém...A Bíblia
ensina a gente. Muito bem mesmo. Ensina como fazê casamento sério,
como tratá os mais velho, viúvo, criança...um pastor
trouxe uma solução pra nóis...Eu chorava muito, depois
que tentei me suicidá...Desespero! Eu não tinha paz...Eu
não tinha paz! Aí recebi a obra do Senhor e recuperei.
E Silvio continua seu depoimento...”
primeiro esposa aceitô Jesu...Depois ela disse pra mim aceitá
Jesu...Eu sarei do alcoolismo...Se eu não aceito Jesu eu morreva
lá...”
E Katya Vietta mostra
muitos outros depoimentos de índios que se converteram, creram em
Jesus e foram curados, como também, com os trabalhos missionários,
o índice de suicídios e alcolismo cairam. Avelino, também
convertido, é quem conta:
“ É por isso também
que suicídio não aconteceu. Ora pra Deus pra não acontecê
mais isso. Todo mundo na igreja ora e não acontece mais suicídio.
Faz oito mês (abril a novembro de 1996, data dos estudos em que baseamos
esta matéria), que não acontece mais. Antes tinha suicídio
todo dia, agora não tem mais.”
2008
Tentando apagar a luz...
FUNAI
quer excluir evangélicos das Reservas e aldeias indígenas
Por Julio Severo
Os socialistas, os
militantes pró-aborto, os ativistas homossexuais e outras criaturas
socialmente insatisfeitas vociferam que o Estado é laico, que na
interpretação deles é que o Estado é um lugar
onde os valores, princípios e ideologias deles podem permanecer
à vontade. O que não pode ter essa mesma liberdade são
os valores cristãos que defendem a vida e a família. Assim,
quando eles gritam e esperneiam que o Estado é laico, sua declaração
diz: “O Estado é nosso, só nosso. Fiquem de fora os cristãos
e seus valores. Engulam goela abaixo tudo o que vamos impor!”
A característica
importante deles é que eles são grandes defensores da morte.
Eles defendem políticas e leis de aborto para matar crianças
inocentes e de eutanásia para matar doentes, deficientes e idosos.
O único tipo de morte que eles acham inaceitável é
a pena capital para assassinos comprovados.
Os cristãos
genuínos têm outra direção: eles são
grandes defensores da vida. É por isso que a luta e o sucesso pela
emancipação dos escravos (de todas as raças) não
pertencem aos ateus, aos socialistas nem aos agnósticos. Foram os
cristãos que iniciaram e venceram essa luta. É pelo fato
de que em Cristo há libertação que os cristãos
levam com o Evangelho a todos: brancos, pobres, negros, ricos, índios,
etc. Todos, indistintamente, merecem conhecer a mensagem de amor, esperança,
salvação e libertação de Jesus Cristo.
É por isso
que missionários cristãos, com muito amor, procuram conduzir
os índios ao conhecimento e experiência da Pessoa de Jesus
Cristo. Os índios que acolhem no coração o Espírito
Santo se tornam novas criaturas, rejeitando um passado de escravidão
moral e espiritual. Um dos grandes resultados e benefícios da evangelização
é o questionamento e rejeição, entre índios
cristãos, aos costumes tribais de sacrificar e matar crianças
índias. Esse resultado é apenas uma extensão natural
do poder que o Evangelho tem de defender a vida.
Em todas as sociedades
onde entra, o Evangelho genuíno opera liberdade e defesa da vida.
É por isso que os maiores defensores das crianças hoje contra
a ameaça de aprovação de insanas leis de aborto não
são os agnósticos, nem os ateus, nem os nazistas, nem os
socialistas. São os cristãos. Só um preconceito cego
e irracional imporia impedimentos para que os índios conheçam
o Evangelho. Esse preconceito é hoje observado nas atitudes da Funai,
o órgão do governo federal responsável por decidir
o que os índios podem ou não ter. No Brasil, embora a Constituição
estabeleça direitos iguais a todos, parece que os índios
não têm a liberdade de decidir se querem ou não o Evangelho
em seu meio. Conforme informação do blog Holofote, em janeiro
de 2008 a Funai (Fundação Nacional do Índio) decidiu
excluir as igrejas evangélicas das reservas indígenas.
Em reação
à evidente hostilidade estatal contra a presença evangélica
entre os índios, o Senador Magno Malta, mesmo sendo um aliado de
Lula, fez pronunciamento criticando a dura decisão do órgão
do governo Lula privando os índios do Evangelho. De acordo com notícia
da Agência Senado, no dia 7 de maio de 2008 Malta disse:
“As igrejas evangélicas
trabalham, sobretudo, com a recuperação de índios
vítimas da sua própria socialização, principalmente
alcoólatras e depressivos que, sem a orientação dos
pastores, acabam optando pelo suicídio”.
Fontes: www.juliosevero.com
- Revista da Universidade de Santa Catarina - Informativos
da APMT – revista da CIMI- Jornal Folha de São Paulo – Jornal O
Estado de São Paulo – E-mails trocados com missionários e
índígenas
do MS e de Pernambuco e
site Índios On Line.
xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx |

ESPECIAIS
GRANDES
MATÉRIAS
MUNDO
SERTANEJO
NOSSOS
HERÓIS
OS
REVOLUCIONÁRIOS
ARTIGOS
E CRÔNICAS
CLIPES
E MÚSICAS
CONTOS
HOME
PAGE
|