Maravilhosos Carangos
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Antonio Carlos 
Sabbadini
Os grandes pilotos do passado
(e o que aconteceu com alguns deles)
Os carros, na sequência, de Hill, Brabham, Stewart e Clark
(mais fotos abaixo)

Giuseppe Farina - Depois de ter deixado as pistas em 1955, Farina morreu enquanto dirigia sua Lotus para assistir ao GP da França, no ano de 1966. Seu carro derrapou no gelo e chocou-se contra um poste, tirando a vida do primeiro campeão da Fórmula 1.

Juan Manuel Fangio - Após uma longa enfermidade, o pentacampeão que havia tanto lastimado a morte de Senna em 94, morreu em sua casa no dia 17 de julho de 1995.

Alberto Ascari - O primeiro bicampeão da Fórmula 1 morreu num treino em Monza para correr a tradicional prova das Mil Milhas Italianas. No local de seu acidente hoje existe a Variante Ascari.

Mike Hawthorn - Hawthorn havia decidido ainda em 1958 que iria parar de correr. A decisão se devia à morte de alguns de seus amigos nas pistas, sendo a de Peter Collins então a mais recente. Hawthorn morreu num acidente de estrada, em janeiro de 1959, quando perdeu o controle de seu carro ao tentar fazer uma ultrapassagem a 190 km/h. 

Jack Brabham - Após uma longa carreira na Fórmula 1, Brabham hoje acompanha a carreira de seus filhos. Ele ainda corre em corridas de modelos antigos, apesar de ter sido bastante ferido em um acidente em 1999. Devido ao hábito de nunca usar protetor para os ouvidos nas corridas, Brabham também é hoje quase surdo.

Phil Hill - Aposentado há tempos, Hill corre em corridas de modelos antigos, restaura carros antigos e pianos, comenta corridas na TV e acompanha a carreira do filho Derek Hill, que esteve na Fórmula 3000 em 2002.

Graham Hill - O piloto britânico morreu num acidente aéreo, num avião que ele mesmo pilotava, ao voltar de um treino da Fórmula 1 em 1975.

Jim Clark - Um dos mais extraordinários pilotos da Fórmula 1, Jim Clark morreu no circuito de Hockenheim, Alemanha, nos treinos para uma corrida de Fórmula 2, em 7 de abril de 1968.

John Surtees - O único campeão mundial sobre duas e quatro rodas continua correndo em carros históricos e vive na cidade de Embridge, na Inglaterra. Surtees acompanha a carreira de seu filho mais novo no kart.

Denny Hulme - Hulme morreu enquanto pilotava nas Mil Milhas de Tooheys, em Bathurst, na Austrália. O neozelandês, segundo os laudos médicos, sofreu um ataque cardíaco em plena corrida. E o profissionalismo falou ainda mais alto antes da morte, pois Denny ainda conseguiu diminuir a velocidade do carro, evitando um possível acidente com outros corredores. Ele foi encontrado já morto pela equipe de resgate.

Jackie Stewart - O escocês chegou a lançar sua própria equipe, a Stewart, que mais tarde foi vendida e transformada em Jaguar. Hoje ele ainda tem envolvimento com corridas de carros históricos e continua dirigindo uma campanha pela total segurança no esporte motor - campanha esta que iniciou em 1966, quando sofreu um grave acidente na Bélgica.

Jochen Rindt - Morreu de forma trágica ao bater na curva Parabólica, em Monza, durante os treinos do GP da Itália de 1970. E o mais interessante é que Jochen Rindt, mesmo após sua morte, acabou recebendo o título de campeão da temporada.

Emerson Fittipaldi - Após deixar a Fórmula 1, correu na Fórmula Indy, sendo campeão em 1989. Deixou as pistas após um acidente com Greg Moore. 

Niki Lauda -Lauda foi proprietário da companhia aérea Lauda Air, que vendeu depois. Em 2002, foi chefe de equipe da Jaguar. Mesmo após o terrível acidente que sofreu, Lauda voltou às pistas, mas parou logo depois. Foi chefe de equipe da F1 e até quando sabemos, trabalhava como comentarista esportivo.

James Hunt - Depois de deixar as pistas, Hunt foi comentarista da BBC até sua morte, por causas naturais, em 15 de junho de 1993, aos 45 anos de idade.

Mario Andretti - Andretti é um próspero homem de negócios e tem sido porta-voz, sócio e amigo de grandes executivos. Seus negócios incluem vinicultura, postos de gasolina e video games. Entre seus hobbies estão esqui aquático, tênis e ultra-leves.

Jody Scheckter - Scheckter mudou-se para os Estados Unidos e prosperou nos negócios. Retornou à Fórmula 1 como jornalista e atualmente segue a carreira dos dois filhos, Toby e Tomas.

Alan Jones - Na maior parte do tempo, Jones trabalha na TV e rádio australiana cobrindo Fórmula 1. Pilotou em eventos de Endurance com a Paul Little Racing e houve rumores de que voltaria às competições de turismo, seja como piloto ou preparando uma equipe para seu filho Christian. Não temos mais informações sobre ele.

Nelson Piquet - Ao deixar a Fórmula 1, correu na Fórmula Indy e sofreu um grave acidente em Indianápolis. Piquet trabalha com a Autotrac, empresa de rastreamento por satélite que Piquet trouxe para o Brasil em 1992. Homem de negócios bem-sucedido, no mundo automobilístico acompanha a carreira de seu filho, Nelsinho Piquet, que teve problemas com a direção da F1 em 2009. Piquet também administra o autódromo de Brasília.

Keke Rosberg - Deixou de correr após o ano de 1995. Desde então, tem sido empresário de pilotos como Olivier Panis e Mika Hakkinen. Atualmente, acompanha a carreira do filho Nico Rosberg.

Alain Prost - O francês tentou manter uma equipe na Fórmula 1. Começou até com certo êxito em 1997, mas não teve a mesma consistência nas quatro temporadas seguintes. Atualmente, Prost tem pensado em montar uma equipe na Nascar. Não sabemos em que pé está o grande campeão da F1.

Ayrton Senna - Um dia inesquecivelmente trágico para os brasileiros. Senna morreu em um acidente de corrida quando liderava o GP de San Marino em 1994, batendo na sétima volta na curva Tamburello. 

Nigel Mansell - O “Leão” é proprietário de um campo de golfe, ocasionalmente atua como policial, pilota Minardis de dois lugares e pilota carros históricos em festivais. Ou seja, continua o simpático maluco de sempre.

Damon Hill - Hill deixou as pistas definitivamente. Ainda compete em eventos históricos, mas disse que nunca mais participará de qualquer tipo de campeonato. 

Mika Hakkinen - Após deixar a Fórmula 1, Hakkinen quis passar o tempo com a família. Mas em 2003, participou de algumas corridas na neve e acabou voltando à F1.

Michael Schumacher - Hexacampeão pela Ferrari, o grande piloto alemão parou de correr, mas, a partir de 2004, seu nome está sempre sendo cogitado para voltar às pistas. Até 2009 ele trabalhou com técnico da Ferrari. Quanto a voltar a correr, ele até agora não disse sim e nem não...

Jacques Villeneuve - Filho do "piloto voador" Gilles Villeneuve, após o título em 1997, Jacques Villeneuve jamais voltou a vencer uma corrida. O ano de 2003 foi o último pela BAR. Em 2006 retornou à F1 para sair novamente. Em 2008 fez sua última aparição como piloto do automobilismo participando da Nascar.

Gilles Villeneuve - O grande piloto canadense morreu no treino de classificação para o GP da Bélgica, em 1983. Em uma curva de alta velocidade, a Ferrari de Villeneuve tocou o March de Jochen Mass, que havia reduzido a marcha para entrar nos boxes. Foi o bastante para a Ferrari ser lançada no ar e depois capotar várias vezes, partindo-se ao meio. Com o grave acidente, perdia a vida um dos maiores pilotos da F1.

José Carlos Pace - Meio a uma bem sucedida carreira no automobilismo, incluindo a F1, onde obteve grandes vitórias, Pace perdeu a vida fora das pistas, num acidente aéreo em 18 de março de 1977. Em 1985, o Autódromo de Interlagos foi batizado Autódromo José Carlos Pace em homenagem ao piloto brasileiro.

Pilotos brasileiros

 De Chico Landi a Felipe Massa, o Brasil teve até agora, 28 pilotos na Fórmula 1. Mortos quando ainda em atividade, José Carlos Pace, em acidente aéreo, e Ayrton Senna, no GP de Ímola.
 O primeiro brasileiro a disputar um GP foi Chico Landi, que disputou seis corridas entre 1951 e 1956 e foi também o primeiro a pontuar, ao chegar em quarto no GP da Argentina de 1956, sua última prova na categoria. 
 Os 28, por ordem alfabética, são: Alex Dias Ribeiro, Antonio Pizzonia, Ayrton Senna, Chico Landi
Chico Serra, Christian Fittipaldi, Cristiano da Matta, Emerson Fittipaldi, Enrique Bernoldi, Felipe Massa, Fritz d’ Orey, Gino Bianco, Hermano da Silva Ramos, Ingo Hoffmann, José Carlos Pace
Luciano Burti, Luiz Bueno, Mauricio Gugelmin, Nelson Ângelo Piquet (o filho), Nelson Piquet
Pedro Paulo Diniz, Raul Boesel, Ricardo Rosset, Ricardo Zonta, Roberto Moreno, 
Rubens Barrichello, Tarso Marques e Wilson Fittipaldi.

Pilotos mortos em acidentes nas pistas

 Desde 1950 morreram 41 pilotos e 33 espectadores em provas de Fórmula 1. Os pilotos na relação que segue, perderam a vida durante as corridas ou nos treinos ou ainda em pista de testes.

Onofre Marimon, Vukovich, Luigi Musso, Peter Collins, Lewis-Evans, Pat O'Connor, Unser, Cortner Jean Behra, Chris Bristow, Alan Stacey, Wolfgang Von Trips, De Beaufort, John Taylor, Lorenzo Bandini, Jo Schlesser, Gerhard Mitter, Piers Courage, Jochen Rindt, Roger Williamson, François Cevert, Helmut Koining, Mark Donahue, Ronnie Peterson, Gilles Villeneuve, Ricardo Paletti
Roland Ratzenberger, Ayrton Senna, Luigi Fagioli, Alberto Ascari, Ricardo Rodriguez, Jim Clark
Bruce McLaren, Joseph Siffert, Pedro Rodriguez, Peter Revson, Patrick Depailler, Stefan Bellof
Manfred Winkelhock, Elio de Angelis e Michele Alboreto.


Alguns grandes pilotos do passado em fotos
Chico Landi, Celso Barberis, Sérgio Bernardes, Primo Fioresi, Paulo Motta e Jorge Maia
www.carroantigo.com
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Jackie Stewart e, ao lado, uma foto que jamais poderá ser feita novamente: Senna, Prost, Mansell e Piquet
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Felice Nazarro, 1881-1940 - Piloto italiano da Fiat. Venceu os GPs do Kaiser, na Alemanha e o da França, em 1907. Tazio Nuvolari, 1892-1953 - Também italiano. Super piloto, criador da derrapagem controlada, usada depois por pilotos de Rally. Tazio começou no motociclismo e depois, no automobilismo, conquistou mais de 50 vitórias entre GPs, 24 Horas de Le Mans, Targa Fiorio e Mil Milhas. Rudolf Caracciola, 1901-1959 - Piloto alemão (apesar do sobrenome), estreou já vencendo o GP da Alemanha. Considerado um grande estilista das pistas, a partir de 1934, Rudolf foi o piloto que mais subia ao Pódium, pilotando carros da Alfa Romeo e Mercedes. Até lembra outro alemão, não?

A indústria automobilística brasileira
Enciclopédia do Automóvel - Parte um

O presidente Juscelino (segundo à frente da direita para a esquerda), 
visita as obras da nova capital. JK foi o responsável
pela implantação definitiva da indústria automobilística no Brasil.

 Desde os anos 20, a importação de automóveis era uma rotina bastante conhecida. A Ford Motors Company tinha iniciado a montagem de seus Ford “T”, em São Paulo, em 1919. A General Motors Company fez o mesmo a partir de 1925, com o Chevrolet “Cabeça de Cavalo”.  Carro Nacional nessa época, nem mesmo em sonhos.
 A partir de 1946, a montagem dos carros importados retomou sua rotina, mas alguma coisa havia mudado. A necessidade de improvisar peças de reposição durante o período da guerra fez com que surgisse uma incipiente indústria de autopeças, o que encorajou aqueles que pretendiam construir o automóvel brasileiro.
 Os conformistas diziam que o Brasil jamais seria uma nação industrial porque, pela lei da divisão internacional do trabalho e pelos tratados e acordos dela decorrentes, os países subdesenvolvidos continuariam aprimorando sua especialidade de fornecedores de matérias-primas e os industrializados, desenvolvendo sua especialidade de  fornecedores de produtos industrializados.
 Com o regime de Licença Prévia, instituído em maio de 1948 e controlado pela Comissão de Exportação e Importação – CEXIM – a indústria teve um pequeno alento para desenvolver-se e melhorar seu equipamento. Contudo, em abril de 1951, devido ao temor de que o conflito na Coréia degenerasse em guerra mundial. Foram novamente abertas as portas a importação e de modo irrestrito, para permitir que o país fizesse estoques estratégicos.
 Os empresários que viveram essa fase afirmam que foi um período crucial, uma prova de fogo para o setor de autopeças. As importações indiscriminadas esgotavam nossas reservas cambiais e o balanço de pagamentos estava a ponto de estourar. Em 1952, o Brasil era um país sem estradas e sem transportes.
 A 31 de março de 1952, a Comissão de Desenvolvimento Industrial – CDI – criada pelo presidente Getúlio Vargas, instalou a Subcomissão de Jipes, Tratores, Caminhões e Automóveis, presidida pelo subchefe da Casa Militar da Presidência da  República, o engenheiro naval comandante Lucio Meira. Este fato teve grande importância para os destinos da indústria automobilística nacional.
 Advieram, depois, fatos animadores. O Aviso 288, da CEXIM, de 19/08/1952, foi o primeiro ato governamental relativo ao setor, liberando a importação de autopeças, mas limitando o licenciamento a artigos não fabricados no Brasil. Assim,  104 artigos produzidos pela indústria nacional continuaram com sua importação proibida. Outro fato importante foi a aprovação, em 30/10/1952, pelo presidente da república, das conclusões da subcomissão, relativas ao fomento da produção nacional de autopeças e implantação gradativa da indústria automobilística no País. Para convencer os incrédulos e pessimistas, foram organizadas mostras e exposições da indústria de autopeças.
 A implantação da indústria automobilística nacional voltou à tona com a posse de Juscelino Kubitschek de Oliveira na Presidência da República. Lucio Meira, nomeado ministro da Viação e Obras Públicas, passou a chefiar um grupo de trabalho que deveria, no prazo de trinta dias, apresentar um plano para sua execução. Como decorrência, foi criado o Grupo Executivo da Indústria Automobilística – GEIA – pelo Decreto 39.412, de 16/06/1956. Esta data é considerada quase unanimamente o 1º marco histórico da indústria automobilística no Brasil, porque o GEIA realmente viabilizou os esforços, os planos e as iniciativas referentes ao parque automobilístico nacional.

Escrevam para outros colecionadores: Clube do Carro Antigo de Limeira-SP clube@carroantigolimeira.com.br


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