Ayrton Senna
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  O dia 1o de maio de 1994 dificilmente sairá da memória dos brasileiros, pois foi nesse dia, há 15 anos, que o Brasil perdia seu maior campeão de todos os tempos: o piloto da F1, Ayrton Senna da Silva, ou Ayrton Senna do Brasil, como era chamado, tal o orgulho que trazia das pistas de todo o mundo para o coração dos brasileiros. 
 Ayrton Senna nasceu na cidade de São Paulo, SP, em 21 de março de 1960. Ele tem dois irmãos: Leonardo e Viviane, que é hoje quem administra a Fundação Ayrton Senna. O grande piloto, já ao lado dos grandes nomes da F1, se tornou uma lenda, e teve tantos fãs, até entre crianças, que foi lançado no Brasil, pelo Estúdio Maurício de Souza, a revista em quadrinhos Seninha. 
 A batalha de Senna até chegar à F1, foi árdua, vencendo pela persistência e disciplina, duas de suas grandes virtudes. Em 1973 ele começou a correr de Kart no circuito de Interlagos. Já em 1982 ele estreou na Fórmula Ford 2000, correndo pela Rushen Green Racing. Um ano depois ele já entrava para a Fórmula 3 e em 1984 ele entrava definitivamente para a categoria que o imortalizou: a Fórmula 1. Sua primeira equipe foi a Toleman Group Motorsport. 
 O jovem e audaz piloto logo chamou a atenção do grande público e também dos empresários da F1, e ele foi contratado pela Lotus e, em seguida, pela grande McLaren, onde seria tri-campeão mundial da F1. Senna venceu três vezes o maior campeonato de corrida do mundo em 1988, 1990 e 1991. Após isso, com a queda do rendimento do famoso carro vermelho e branco (na época de Senna) e com a melhor performance da Willians, Senna muda de equipe e acaba perdendo a vida no circuito de Ímola, Itália, em 01 de maio de 1994. O carro número 1 da Willians, que ele julgava insuperável, quebra a 300km/h e tira a vida do grande piloto. 
 O também piloto da F1, Ghérard Berger foi o maior amigo de Senna e os locutores Galvão Bueno e Reginaldo Leme, da Tv Globo, foram amigos e testemunhas oculares do começo, apogeu e fim do campeão. Na conquista dos campeonatos da F1, Senna teve como maior rival o francês Alain Proust, que após a morte de Senna diria que a Fórmula 1 perdera o encanto e ele perdera a vontade de correr. 
 Em 12 de maio de 1984, ainda no início da sua trilha de campeão, Ayrton Senna venceu uma corrida especial em Nurburgring, pilotando uma Mercedes-Benz. Naquela época ele já portava na cabeça o capacete com as cores verde, branco e azul, com predominância do amarelo, cores da bandeira brasileira e que, após sua morte, tornou-se símbolo da vida e da alma do inesquecível campeão. 

O carro com o qual Senna assombrou na F1 e o troféu da corrida no Brasil, no ano da conquista do tri.


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