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Feio, Forte e Formal
John
Wayne - O Último Cowboy
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Em junho deste
ano de 2011 vão se completar 32 anos da morte de John Wayne, um
dos mais famosos cowboys de Hollywood.
Atuando em mais de 200 filmes, a
maioria westerns, John Wayne se transformou numa espécie de símbolo
do herói norte-americano.
Suas idéias de extrema-direita,
apesar de dizer que odiava política, marcaram mais ainda a simbologia
do homem que derrotou índios, pistoleiros e detestava o comunismo...
John Wayne nasceu em 26 de maio
de 1907 em lowa. Sua mãe era irlandesa. Aquele que seria considerado
o grande cowboy americano, foi batizado como Marion Michael Morrison.
Com 1,91cm de altura, o jovem que
trabalhava como ascensorista da Fox Film, chamou a atenção
do diretor John Ford, que lhe deu alguns papéis secundários
em filmes ainda mudos, entre 1928 e 1929.
Em 1930 ele já conseguiu
o papel principal em The Big Traill, tendo como diretor Raol Walshi, que
mudou seu nome para John Wayne.
Mas o sucesso viria mesmo com John
Ford o dirigindo em No Tempo das Diligências, de 1939.
Daí para frente, John Wayne
só iria somar um sucesso atrás do outro, se tornando o cowboy
preferido dos amantes do gênero western, que até então
estavam acostumados aos cowboys bonitinhos e cantores.
O "Duke", como era apelidado, era
feio e forte e não dava mole pra bandido e nem pra índio.
Aliás, foi assim que ele pediu que fosse escrito em sua lápide:
Feio, Forte e Formal.
Após três casamentos
fracassados e de ser glorificado na tela como herói imbatível,
John Wayne morreu vitimado pelo câncer em junho de 1979 no Centro
Médico da Universidade de Los Angeles.
Ele já sofria com essa doença
desde 1964, quando perdeu um dos pulmões. Como o herói que
sempre encarnou, ele lutou contra a doença até o fim, sem
desespero. Mas a doença acabou vencendo "Duke" e ele morreu aos
72 anos de idade, cercado por seus sete filhos.
A morte levou o cowboy de madrugada.
Não houve tiroteios, gritos de índios e nem o barulho de
cascos de cavalos. Apenas o silêncio do hospital e um The End sem
o beijo da mocinha e sem glória. A cruel realidade da vida. |
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